O crescimento do mercado mobile

Hoje em dia, nos vemos cada vez mais dependentes de smartphones. eles facilitam nossas vidas de inúmeras formas. Pensando nisso, o mercado que não pára de crescer no Brasil e no mundo é o mobile. A busca por aplicativos que nos tragam uma maior comodidade e/ou rapidez para solucionarmos problemas do dia-a-dia é incessante.
E a dica de hoje, é para você que curte tecnologia e quer ter seu próprio negócio. Em uma rápida busca na internet, encontramos inúmeros sites e blogs que nos explicam como entrar nesse mercado, suas vantagens e riscos (alguns estão nas referências, logo abaixo).
Mas se você ainda tá em dúvida, te daremos alguns motivos para ingressar no mercado mobile:

  • O Brasil é o 6º país em número de smartphones;
  • O número de smartphones já superou o de computadores no nosso país;
  • De acordo com especialistas, esse mercado crescerá em até 300%, até 2017;
  • As pessoas gastam muito mais tempo em aplicativos do que em sites móveis.
Portanto, se você já desejava investir nessa área, mas ainda tinha dúvidas, não tem mais. E o que achamos mais legal, em nossas pesquisas sobre o assunto, é que este é um dos segmentos de mercado em que mais se encontram jovens empreendedores. Trata-se de uma característica da nossa geração, buscar praticidade e rapidez para conversar, comprar, trabalhar... Então, nada mais motivante do que trabalhar com algo que você se identifica. abaixo, temos um vídeo que retrata esse mercado:



REFERÊNCIAS

  • http://dnadigital.com.br/Show/6-motivos-para-investir-no-mercado-de-Aplicativos?=WTWQ5OOsvO/50npOfAkmqg==
  • http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/numero-de-smartphones-supera-o-de-computadores-no-brasil
  • http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2015/01/06/Brasil-e-o-6-Pais-em-numero-de-smartphones.html
  • https://tecnoblog.net/176168/vendas-smartphones-brasil-2014/

Você sabe o que é um MEI?

Hoje vamos falar sobre o Microempreendedor Individual, o MEI.

Sabe aquele seu tio que tem uma padaria pequena, no seu bairro? Ou aquela lanchonete de perto da faculdade? Pois é, os donos desses estabelecimentos são conhecidos como trabalhadores informais. Eles possuem pequenos negócios e geralmente, não possuem CNPJ, nem facilidades para conseguirem investir nas suas fontes de renda. Pensando nessas pessoas, desde julho de 2009, foi criada essa categoria (MEI), advinda da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Um MEI é o trabalhador informal que se formalizou e adquiriu várias vantagens, conforme a imagem abaixo:



Quem se interessar em tornar-se um MEI, consegue fazer isso no site do Sebrae (deixaremos o link nas referências), rapidamente. Além de ter todos os benefícios descritos na imagem acima, o site do Sebrae auxilia o trabalhador com dicas para aprimorar o seu negócio, com uma série de vídeos em um blog voltado especialmente para esse público. Então, se você é ou conhece alguém que se enquadre no perfil de um MEI, a dica foi dada. Aproveite e siga empreendendo! Conhecimento bom, é conhecimento compartilhado.




REFERÊNCIAS


  • http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/Microempreendedor-Individual-conta-com-o-Sebrae
  • http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual/formalize-se
  • http://radio.sebrae.com.br/

É possível Empreender mesmo em época de Crise

Em tempos de crise a economia se retrai, a população gasta menos e fica cada vez mais difícil empreender, pois o mercado necessita de novidades e de criatividades para manter o ritmo de vendas.Como a maioria das pessoas ficam receosas de desenvolver seus negócios nessas épocas de abalo financeiro, pode ser justamente nesse momento que você deve iniciar o seu negócio. 

Existem  fundamentos estatísticos na qual mostram que qualquer negócio em fase inicial, com investimento de até R$ 1 milhão, pode levar até dois anos para atingir o seu ponto de equilíbrio. E cerca de 3,5 anos para recuperar o investimento inicial.

As crises econômicas mais recentes não tem sido duradoras, mas sim cíclicas. A crise atual, segundo os economistas, deve começar a sumir no "retrovisor" em cerca de dois anos. São especulações, mas é partir delas que os empresários retomam a confiança no futuro.

Pesquisas apontam alguns tipos de negócios que estão se diferenciando no cenário atual


    1. Venda de cosméticos no varejo: produtos de vaidade são a quarta maior economia do mundo, movimentando uma  quantia maior que o PIB da Alemanha. No Brasil, é um mercado consolidado.
    2.  Comida Prática: independentemente do movimento econômico, o setor de alimentação continua faturando. Porém os consumidores podem trocar as idas em restaurantes por opções mais modestas.
    3. Conserto de Produtos: as roupas descosturam e o smartphone quebra. Quem geralmente iria direto comprar um substituto se depara com um orçamento apertado durante a crise econômica. A alternativa? procurar um serviço de reparos.
    4. Negociação digital entre varejo, empreendedor e consumidor: muitas pessoas têm algo que gostariam de vender: roupas usadas, livros já lidos, artesanatos ou até mesmo docinhos. Mas montar um comércio eletrônico próprio é uma tarefa árdua, que gera sucesso para poucos. Por isso, montar os chamados markplace, que conecta os empreendedores aos consumidores finais, pode se tornar um bom negócio.
    5. Mercados voltados para a terceira idade: Muita vitalidade, tempo e dinheiro para gastar são características do atual perfil do consumidor idoso, um mercado formado por 22,3 milhões de brasileiros acima de 65 anos, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, Pnad. Os dados ainda revelam que sete em cada dez aposentados têm renda garantida pela Previdência Social, representando volume mensal de R$28,5 bilhões. Trata-se de montante suficiente para estimular diversas empresas a readaptarem seus negócios para apostarem nesse público crescente.




REFERÊNCIAS


  • http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/colunistas/jose-dornelas/2015/06/15/por-que-empreender-em-tempos-de-crise-pode-ser-um-bom-negocio.htm
  • https://www.bariguicreditointeligente.com.br/user_feed/como-empreender-em-tempos-de-crise/
  • http://exame.abril.com.br/pme/noticias/11-ideias-de-negocio-para-quem-quer-empreender-na-crise
  • http://projetodraft.com/para-o-empreendedorismo-a-crise-e-espetacular/
  • http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/sebrae%E2%80%93mostra%E2%80%93como%E2%80%93empreender%E2%80%93em%E2%80%93tempos%E2%80%93de%E2%80%93crise
  • http://www.clientesa.com.br/gestao/51326/o-consumidor-na-terceira-idade/ler.aspx





O que é uma startup?

O termo Startup surgiu internacionalmente durante a Bolha da Internet, onde inúmeras empresas de TI surgiram no mercado internacional e levaram a maioria das bolsas internacionais à alta. Muitas empresas fracassaram, durante pouco tempo ou fundiram-se. 

Existem características que diferem as startups dos negócios tradicionais, como lojas, restaurantes ou padarias. A mais evidente é o grande potencial de crescimento versus seu investimento inicial. Nos foi listados algumas características que fazem uma empresa ser considerada uma Startup:
  1. Não há como afirmar se a empresa irá dar certo
  2. O modelo tem de ser inovador
  3. Modelo de negócios com o menor custo possível
  4. Ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente
  5. Ser escalável, crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios

Por serem promissoras, as startups são responsáveis por atrair diversos investidores que aproveitam para utilizar as ideais como forma de melhoria do seu próprio negocio, permitindo a elas o ganho de visibilidade no mercado. Como o mercado de tecnologia está em alta, o crescimento de uma startup pode ser exponencial e muito rápido. O mesmo acontece com o seu valor de mercado.

O fator determinante para que uma ideia dê certo é a quantidade de energia, entusiasmo, esforço, dedicação, planejamento e confiança que o negócio exige. Existem muitos negócios inovadores, mas falta o "querer dar certo" para os empreendedores. Acredite no seu produto, foque no seu negócio e procure as pessoas certas.





REFERÊNCIAS: